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13.5.14

De olhos postos na fiel natureza.

Entre beijos de reencontros e apresentações, apertar de mãos convictos, risos largos, penteados tratados, tecidos elegantes ou arrojados no corpo, blazers, casacos cintados, óculos graduados que fazem moda, fios pendidos, lenços na lapela, saias e calças diferentes, anéis que diferem das pulseiras, os brincos que nunca falham, a mala ou a carteira, o cinto e os sapatos brilhantes ou de bom desenho, os saltos esbeltos, as poses pensadas ou as desconjuntadas e divertidas posições, a barba aparada ou a maquilhagem de capa de revista. Juntaram-se, nessa data, todas as características de festa e de partilha. Não foi pelo desfile de acessórios. Foi, antes e sempre, pela insistência de nos rirmos sem pôr fim à vontade. Guardamos nos negativos para mais tarde lembrar. Prefiro, por ora, ouvir os detalhes do que recheia, mas não revela. A minha avó, já dizia no atrasado de outros tempos, não importa a ocasião se não for com a intenção de vivê-la com o coração. Vou, parte a parte, entendendo os ensinamentos de quem sabe.

9.12.13

Flagrante destino.

Por fim, vesti o blazer. Um dos vários. Estava pronto. Concluiu o resto. Pois já tinha o meu relógio preferido, no pulso de eleição. Os sapatos de uma afamada marca de qualidade nacional. Um homem não pode perder-se de amores. Fiquemo-nos pelo não deve, para sermos mais realistas. Ainda assim, enamorado que esteja, não pode, jamais, descurar os sapatos e o relógio. No pulso esquerdo ou direito. Satisfaça a vontade e o à-vontade. Porventura, tome atenção ao corte do blazer, perfeito, privilegiando o perfil e a silhueta. Menores acessórios, pensarão os somíticos. Os sábios familiares chamam-lhes de elegantes e requintados conteúdos.