Entre
beijos de reencontros e apresentações, apertar de mãos convictos, risos largos,
penteados tratados, tecidos elegantes ou arrojados no corpo, blazers, casacos cintados, óculos
graduados que fazem moda, fios pendidos, lenços na lapela, saias e calças
diferentes, anéis que diferem das pulseiras, os brincos que nunca falham, a
mala ou a carteira, o cinto e os sapatos brilhantes ou de bom desenho, os
saltos esbeltos, as poses pensadas ou as desconjuntadas e divertidas posições, a
barba aparada ou a maquilhagem de capa de revista. Juntaram-se, nessa data,
todas as características de festa e de partilha. Não foi pelo desfile de
acessórios. Foi, antes e sempre, pela insistência de nos rirmos sem pôr fim à
vontade. Guardamos nos negativos para mais tarde lembrar. Prefiro, por ora,
ouvir os detalhes do que recheia, mas não revela. A minha avó, já dizia no
atrasado de outros tempos, não importa a ocasião se não for com a intenção de vivê-la
com o coração. Vou, parte a parte, entendendo os ensinamentos de quem sabe.
Mostrar mensagens com a etiqueta acessórios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta acessórios. Mostrar todas as mensagens
13.5.14
9.12.13
Flagrante destino.
Por
fim, vesti o blazer. Um dos vários. Estava pronto. Concluiu o resto. Pois já
tinha o meu relógio preferido, no pulso de eleição. Os sapatos de uma afamada
marca de qualidade nacional. Um homem não pode perder-se de amores. Fiquemo-nos
pelo não deve, para sermos mais realistas. Ainda assim, enamorado que esteja,
não pode, jamais, descurar os sapatos e o relógio. No pulso esquerdo ou
direito. Satisfaça a vontade e o à-vontade. Porventura, tome atenção ao corte
do blazer, perfeito, privilegiando o perfil e a silhueta. Menores acessórios,
pensarão os somíticos. Os sábios familiares chamam-lhes de elegantes e
requintados conteúdos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)