Tema
desenvolvido em verso. Prosa talvez - Em letras garrafais, o nome da sala onde
se pode ouvir música variada e guardada numa caixa que soa e ressoa pelo
espaço, ainda dançar e tomar umas bebidas. Onde há fumo fictício e gente a
falar de corpos colados. Pessoas bonitas fisicamente e despidas. Pessoas
despojadas de roupa e de outros predicados relevantes. No cimo daquela porta
larga, onde alguém encostado escolhe entradas, está um emaranhado de letras,
que dá o nome à casa. Naquela rua de cidade antiga, que chama sempre um valente
concurso de convivas. Chamam as letras a atenção dos reunidos. Na mesma rua, no
lado oposto, o mesmo traço arquitectónico tem varandas curtas, tem janelas de
sacada escancaradas. Tem movimento. Pé dentro, pé fora. Tem tectos desenhados.
Receberam-nos à entrada, começaram os risos e a conversa antes de subir a
escada. Divirtam-se e desfrutem, foi o mote.
Mostrar mensagens com a etiqueta cumplicidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cumplicidade. Mostrar todas as mensagens
16.7.15
7.7.14
Tema desenvolvido em verso. Prosa, talvez.
Em
letras garrafais, o nome da sala onde se pode ouvir música variada e guardada
numa caixa que soa e ressoa pelo espaço, ainda dançar e tomar umas bebidas.
Onde há fumo fictício e gente a falar de corpos colados. Pessoas bonitas fisicamente
e despidas. Pessoas despojadas de roupa e de outros predicados relevantes. No
cimo daquela porta larga, onde alguém encostado escolhe entradas, está um
emaranhado de letras, que dá o nome à casa. Naquela rua de cidade antiga, que
chama sempre um valente concurso de convivas. Chamam as letras a atenção dos
reunidos. Na mesma rua, no lado oposto, o mesmo traço arquitectónico tem
varandas curtas, tem janelas de sacada escancaradas. Tem movimento. Pé dentro,
pé fora. Tem tectos desenhados. Receberam-nos à entrada, começaram os risos e a
conversa antes de subir a escada. Divirtam-se e desfrutem, foi o mote.
3.1.14
Feitio do exercício.
Fingi
dançar kizomba, ao ritmo de uma repetida canção, porque sim. Vendi a minha
postura em duplicado. Primeiro, dancei. Vale por si. Segundo, ouvi canções da
moda. Da moda das massas da periferia. Ela disse-me: Estás dedicado. Não balbuciei,
sequer. Não me faltaram argumentos. Preferi, antes, não lembrar outros tempos.
Ocasiões em que cantei. Já cantei em público. Já cantei por aí. O silêncio é o
suporte da clivagem. Ela, lembrando-se, riu comigo. A graça está na
cumplicidade. Nas relações. Na dança, também.
Subscrever:
Mensagens (Atom)