A
banda sonora vale sempre o que vale. O que eu escolheria ouvir em modo repetido
até à agonia, para outros fará parte do top
que compõe a vetada listagem de guilty pleasures.
Vale, a sério que vale, sempre o que vale. Mas, arriscaria escolher um tema
para, uma vez mais e, repetidamente, não parar de tocar, lá ao fundo. Enquanto
os dois, absortos, falávamos de livros. De histórias de amor, de sexo bruto, de
escrita que se suporta em factos históricos. Também nos livros, os guilty pleasures têm espaço. Não estamos
de acordo em tudo. Felizmente. Ela gosta, entre outros estilos, de romances que
aconchegam, por mais que não encerrem nada. Eu prefiro outras leituras.
Concordamos, depois, noutros aspectos. Tão mais relevantes. E são pormenores.
Valem o que lhes quisermos ofertar de valor. Prefiro ouvi-la argumentar. Não
tem valor. Acreditem, não tem.