Não
sei, efectivamente, qual ou quais os parâmetros que fazem uma pessoa. Não sei,
igualmente, qual ou quais as razões porque se constroem, porque crescem assim.
Porque se fazem assim. Vincados e presos a mitos e pseudo-intelectualidades. Às
falsas e recorrentes teorias de quem, ausente de poder argumentativo, se
refugia na negligente, utópica e irrealista verdade. A sua verdade que, em
abono da nossa verdade, nada tem que ver com a realidade, com o mundo, com o
século. Não satisfeitos por viver na ignorância dos seus fracos pensamentos
querem, à força, perpetuá-los. Largando-os aos descendentes. Aos pobres
descendentes que, daí para a frente, sem saberem, carregam um fardo. E,
ciclicamente, continuamos a assistir ao passar de ideias, preconceitos e
preconceitos que, de saudável e social, nada têm. Depois, no fim, somos
obrigados a assistir a situações ocas e desprovidas de sentido. Assim,
levemente, de geração em geração.
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1.10.13
24.9.13
Sem nexo.
Gabo,
sem fim, as pessoas que, com condições, arquitectam e decoram as suas casas
como se vivessem num museu de índole duvidosa. A cada dia, ao acordar,
sentir-se-ão perdidos. Tamanha é a informação. Ostentando a dura ausência de
nexo. Sem se cansarem.
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