29.6.12

Aqui, apetece-me tudo menos gargalhar.

Respeito imenso as pessoas, porque mo merecem ou, simplesmente porque, até ver, acho-as merecedoras. Depois, com a convivência e as consequentes acções, vou-me apercebendo do quão verdadeiras ou falsas essas pessoas se vão tornando. Adoro conhecer gente porreira, com boa disposição, desprovida de angústias internas que as façam descarregar tudo sobre os outros e destilar maldade a preço zero. Detesto cruzar-me com aquelas que se julgam donas e senhoras de um mundo que é só delas (Lamento informar, esse mundo não existe!), que vivem na ilusão de que são capazes de enganar, induzir em erro e, pouco a pouco, pisar os outros. Já me referir, aqui, a uma dessas pessoas e a minha opinião mantém-se intacta.

Venho reparando que uma amiga próxima, de trato quase diário, está a envolver-se demasiado com esta pessoa que, infelizmente, insiste em envolver-se no grupo. Não sou o único que percebe que esta pessoa é tudo menos o que mostra. Todos já percebemos, à excepção desta amiga. Já tentamos passar-lhe a mensagem, mas recusa e até leva a mal.

Há quem nasça e há quem nasça para consumir os outros. Tenho dito!

2 comentários:

  1. Infelizmente há pessoas que nascem para destabilizar e outras que nascem para serem influenciadas.....pela negativa
    O melhor é deixarem a amiga bater na parede com a sua propria cabeça....ela depois chega lá!

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    1. Há pessoas assim, questiono-me se serão inconscientes na forma como agem ou se o fazem propositadamente...

      Infelizmente, a verdade será essa. Vamos deixá-la perceber, seja amanhã, seja no próximo ano, ou nunca!

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