Não
se lembra, nunca, da última vez que ouviu, daquela ou de outras bocas, um feliz
bom dia. À entrada, à saída. De manhã, ao entardecer ou no anoitecer. Na subida
do elevador. No regresso do mesmo. Na rua ou nos transportes públicos. Ao
chegar ou na altura de abalar. Porque, todos sabemos, são invisíveis. Tão
transparentes como a água límpida. Talvez menos que isso. Todos os dias, que a
semana enfrenta, nunca um bom dia surge. Porque somos assim. Nunca ligamos ao
relevante quando o relevante nos é invisível. Bom dia!
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