Dando
forma à vontade de um espírito cansado que, com repetição distante, se lembra
de invadir o espaço da casa a que todos chamam cozinha. Entre lembranças
frágeis de uma memória débil, refugiando-se nas receitas de um conjunto
organizado de folhas, recheadas pelas mais belas e apetitosas iguarias.
Afronta-se, a si e ao espaço. Terminada a obra, sem modéstia, não digna do título
de cozinha de autor, mas de encanto superior. O sabor e o odor. A beleza no
empratamento. Apresentação oficial chegada ao fim. Novamente, a opinião é
unânime. Aprovado!
ena... habemus cozinheiro!!!
ResponderEliminar;)
beijinhos
Tanto quanto possível. Ou quando me permito fazer ;)
EliminarBeijinhos