9.9.13

Entre as formas do azulejo. Ao forno.

Dando forma à vontade de um espírito cansado que, com repetição distante, se lembra de invadir o espaço da casa a que todos chamam cozinha. Entre lembranças frágeis de uma memória débil, refugiando-se nas receitas de um conjunto organizado de folhas, recheadas pelas mais belas e apetitosas iguarias. Afronta-se, a si e ao espaço. Terminada a obra, sem modéstia, não digna do título de cozinha de autor, mas de encanto superior. O sabor e o odor. A beleza no empratamento. Apresentação oficial chegada ao fim. Novamente, a opinião é unânime. Aprovado!

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