14.10.13

Um acto despudorado.

Pedir que a ajude a fechar o fio que me mostrou há instantes e que agora pende no seu atraente colo não é repetitório debilitado. Quando a elegância e fisionomia dançam em concupiscência. No momento em que, lhana, solta o cabelo e cobre parte das costas despidas. Aí, a totalidade ganha estatuto de existência. Obrigado!

6 comentários:

  1. Tu és um romântico.... e ainda bem, são raros, parecem quase extintos...
    gosto da simplicidade com que descreves o momento, tão intimista e ao mesmo tempo tão "não" malicioso.....
    é bonito de ler...
    Beijinhos

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    1. Não sei, sinceramente, se sou um romântico. Talvez seja a tua simpatia a falar. ;)
      Sei, contudo, que viver as coisas ultrapassa, em larga escala, o imaginá-las. Talvez por isso, a facilidade em perpetuar o momento em palavras. E, ajuda a sermos recíprocos.
      Obrigado! :)
      Beijinhos

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    2. Sem dúvida....a imaginação ainda é o que de mais "livre" temos....mas nada como viver os momentos...principalmente momentos assim...
      Tu aqui libertas o teu lado mais romântico, sim....todos temos um pouco de romantismo, uns mais que outros, eu que até nem sou muito consigo ver aqui a magia do mesmo....
      Como te disse... é bonito!!!
      Beijinhos

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    3. A imaginação permite-nos perspectivar. Não será, de todo, mau. Mas viver é o passe seguinte. É o concreto.
      Sim, concordo que todos temos um lado mais romântico. Pode, por vezes, estar mais escondido. Estar no momento certo, ajuda ao discurso e acções românticas.
      Obrigado, então, uma vez mais ;)
      Beijinhos

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  2. há gestos que no contexto certo se tornam perfeitos :)

    abraço

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    1. Essa é a verdade. Provavelmente a perfeição tem acordo com a subtileza e simplicidade :)
      Abraço.

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