Quando,
por ruas estreitas, oiço a música a tocar, de uma das casas, vejo-me ali.
Porque os lugares pequenos deixam-te ouvir alto. De janelas abertas. Sem medo
de incomodar. Quando estou ali, oiço sem condições. O volume assume o seu
nível, consoante a música. O fado é maior quando o oiço, de janela aberta, com
o volume que quero. Com a brisa a passar. Com a paisagem do outro lado.
Essas ruas estreitas serão supostamente no meio dos bairros mais lisboetas que há....em que cada janela tem as cortinas brancas, vasos na varanda, e caras envelhecidas mas de sorriso fácil na cara.... e no seu fundo o FADO.
ResponderEliminarMentiria se dissesse que sou grande conhecedora do Fado, gosto mas, não ouço muito.
Beijinhos Real....
Embora, nunca tenha vivido nestas casas e bairros tão típicos e tradicionais, que formam as ruas mais arraçadas e vividas de Lisboa, chamam-me a atenção. Não procuro qualquer explicação. Deve-se, em grande parte, pelo meu gosto pela música na garganta. Do fado.
EliminarO fado aprende-se a gostar. Ouvi em tempos. Desconheço se assim seja. Mas sou fã de muitos nomes que o fazem. Mas, verdade seja dita, o fado é uma parte, apenas, destas ruas, destas pessoas, destes bairros.
Beijinhos