Noutro
lugar, voltamos a pedir, não o de sempre. Alguma surpresa. Foi o mote para uma
conversa há muito desejada. Sem pensar, aconteceu. Desenrolamos e partimos numa
narração sem fim. Eu falei. Ela falou. Eu contei-lhe e situei-a. Ela
informou-me e corroborou. Somos aquilo. Somos o que contamos. Somos, fidedignamente
o que partilhamos. Não fomos o que viemos vivendo. A distância dos últimos
tempos que, por esta altura, dissipou-se, foi a razão para tudo isto. Noutro
ambiente, noutra mesa de café. Ao canto, junto aos azulejos. Com verdade,
falamos. Com vontade, olhamo-nos. Naqueles minutos, que desconheço, não
sentimos ninguém. Por fim, reparamos. Havíamos pedido um café. E um abatanado.
E tudo fica bem....quando acaba (ou inicia) bem....
ResponderEliminarQuando o tempo e o espaço é disperso no meio de 2 pessoas....só pode estar certo!
É tudo o que te desejo....que seja BOM!!
Beijinhos :)
Lembro-me de ouvir dizer que o tempo só importa quando a acção é penosa. E, quer queiramos, quer não, tenho de admitir que é verdade. Quando estamos em feliz companhia, numa conversa sem esforço, o tempo consome-se, ainda que, não tenhamos atenção. E, sim, tudo fica bem. Seja o fim de alguma coisa, ou o inicio de outra :)
EliminarObrigado! Assim seja. Bom.
Beijinhos.
Até já!
Há pessoas que ficam sempre e para sempre, mesmo sem pedirmos ou desejarmos. E isso é que as palavras conseguem transplantar com pouco esforço ou quase nenhum, pois assim se determinam as pessoas importantes. :)
ResponderEliminarAs palavras são como as cerejas, sejam boas e nunca fartam. A conversa, por força da sua importância e leveza, não importa ao consumo exagerado do tempo. Porque não temos espaço para pensar noutras coisas. Só com quem é nosso, seja por força do amor, seja por força da amizade ou num simultâneo, é que fica. Esteja perto ou longe :)
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