Não vou
acenar, nem aclamar ao vento a sua existência. Não tenciono que seja mais do
que aquilo que é, nem tão pouco ambiciono. Nele deposito apenas as
expectactivas que lhe são devidas. É possível que no desenrolar do tempo, deixe
cair aqui ou ali mais do que simples(mente) tentações de uma lingua reflectida
na escrita. Até nisso, não econtro mais do que meras sensações corriqueiras de
um dia-a-dia sem pomessas de extraordinários sucessos ou contratempos.
A partir
daqui, tenciono que muito do que me apoquenta e distrai, sejam mais do que
martírios enclausurados na cabeça e no corpo vãos de quem, desprovidamente, as
guarda.

Que assim seja!!!
ResponderEliminarE cá estaremos para te "acompanhar" ;)