8.5.12

A carta de apresentação


Não vou acenar, nem aclamar ao vento a sua existência. Não tenciono que seja mais do que aquilo que é, nem tão pouco ambiciono. Nele deposito apenas as expectactivas que lhe são devidas. É possível que no desenrolar do tempo, deixe cair aqui ou ali mais do que simples(mente) tentações de uma lingua reflectida na escrita. Até nisso, não econtro mais do que meras sensações corriqueiras de um dia-a-dia sem pomessas de extraordinários sucessos ou contratempos.
A partir daqui, tenciono que muito do que me apoquenta e distrai, sejam mais do que martírios enclausurados na cabeça e no corpo vãos de quem, desprovidamente, as guarda.

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