5.10.12

Margarida Marante tinha 53 anos

(Fotografia: www.noticas.sapo.pt)
A conhecida jornalista faleceu hoje, aos 53 anos, em Lisboa, vítima de um ataque cardíaco.
É com pesar que assistimos à morte prematura de alguém. Recusamos sempre a ideia de que a morte é exímia no que à surpresa diz respeito.
Quando se fala em Margarida Marante são raros os que não conhecem e reconhecem o nome e talento da jornalista que fez nome nos mais diversos programas de entrevistas. Mulher com a palavra assente num discurso firme e fluente recebeu e entrevistou, olhos nos olhos, grandes nomes da actualidade.
 
Importa, também, nestas situações, recordar que:
 
"Todos os anos morrem cerca de 10.000 portugueses devido a ataques cardíacos, enquanto outros vinte mil sobrevivem a este evento extremamente perigoso. Até à meia-idade morrem mais homens que mulheres, mas a partir da menopausa o risco aumenta muito na mulher, o que está relacionado com a descida dos estrogéneos, a hormona feminina, que tem uma acção protectora na mulher." (Fonte: www.saude.sapo.pt)

Hoje, depois de muita ausência, todos lembram a jornalista. A jornalista Margarida Marante.

4 comentários:

  1. Acredito que ela está em paz, mas ninguém merece morrer tão novo e com tanto ainda para dar.
    Admirava-a imenso.
    É triste ninguém lhe ter dado mais uma oportunidade para ela trabalhar naquilo que sabia melhor fazer: Informação.
    Quando temos problemas os amigos desaparecem, terminou os os últimos meses em grande solidão.

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    1. Também acredito que estará em paz. Foi precoce a sua partida.
      Infelizmente, é nestas situações, que todos recordamos o talento e a pessoa. Esquecemos facilmente.
      Que situações infelizes como esta e outras sirvam, também, para a reflexão. Uma reflexão nossa e do nosso núcleo afectivo.

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  2. è tao triste Real.....
    Eu fiquei comovida....e é como a amiga da onça diz....quando sorrimos e dizemos graçolas toda a gente aparece...qd estamos mal....fogem...
    que triste
    bjos

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    1. Completamente! Por fim, já recordamos e lembramos como foi eficaz, talentosa e subaproveitada. Mas enquanto vida, recusamos lembrar, porque, tantas vezes não queremos ver que os outros também sofrem.
      A amizade e o companheirismo desaparecem com muita facilidade. Aliás, não o serão, com certeza. Caso contrário, manter-se-iam.

      Beijinho.

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