Quando
o telefone toca, entre suposições e certezas, nada menos do que isso.
Lançamo-nos na perspectiva do que aquele número, o mensageiro, em primeira
instância, nos vai dizer. Quando nos permitimos ter tempo. Quando não recusamos
esperar, ouvir o som. E que som. Depois, parcas vezes, surpreendem-nos. Atendi.
Vamos jantar?, soava do outro lado.
Sim. Com amigos. Num lugar com uma excelente vista. Mais à frente, já à entrada,
aguardando indicação para seguir para a reservada mesa, surge aquela pessoa.
Três, quatro anos? A memória falha-me. Falha-me sempre, mesmo quando, para mim,
juro guardar. Olho-a. Sorriu-me. Está igual, tenho a certeza, porque disse-me,
taxativamente, o que, instantes antes, a imaginei dizer-me. A seguir, um amigo
comum. Já suspeitava. Aquela rapariga?. Respondi sim, uma amizade antiga.
Contei-lhes a ausência. Vai acontecer-te algo francamente bom, disseram-me. Não
recusei a ideia. Quando uma pessoa com
quem já não falas há muito, te fala, é sorte grande na certa. Ok, fico à
espera. Jantamos. Saímos. A sorte grande, essa, não a vi. Mas o telefone é,
tantas vezes, o princípio. Seja o que isso for.
pera aí que vou já ligar-te ;)
ResponderEliminarehehhe
quem sabe...os teus amigos nao têm razao, se bem que nunca tinha ouvido isso....
pode ser um bom Agouro!!! e assim espero :)))
beijinhoss
Ahah. Fico à espera! ;)
EliminarTambém desconhecia este presságio... A ver vamos.
Beijinhos
pronto!! bora lá então!!! ;)
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