Ter
Amália Rodrigues como mote, afinal, não é redutor. Não é pouco, nem é uma
tentativa, infrutífera, de trasladar um talento e uma obra impossíveis de
reproduzir. Não é, necessariamente, infausto. Não é, quando surgem nomes e
talentos que não desapontam. Quando, a voz e a humildade se fundem e dão lugar
a algo diferente mas, igualmente, bonito. Na conclusão, onde tudo desagua,
encontramos uma artista, de alma na voz e, com convicção, faz jus à epígrafe.
Mostra-nos que o título é uma parte, não é o todo. Tantas vezes, não mostra o
verdadeiro conteúdo.
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