Não
sei, efectivamente, qual ou quais os parâmetros que fazem uma pessoa. Não sei,
igualmente, qual ou quais as razões porque se constroem, porque crescem assim.
Porque se fazem assim. Vincados e presos a mitos e pseudo-intelectualidades. Às
falsas e recorrentes teorias de quem, ausente de poder argumentativo, se
refugia na negligente, utópica e irrealista verdade. A sua verdade que, em
abono da nossa verdade, nada tem que ver com a realidade, com o mundo, com o
século. Não satisfeitos por viver na ignorância dos seus fracos pensamentos
querem, à força, perpetuá-los. Largando-os aos descendentes. Aos pobres
descendentes que, daí para a frente, sem saberem, carregam um fardo. E,
ciclicamente, continuamos a assistir ao passar de ideias, preconceitos e
preconceitos que, de saudável e social, nada têm. Depois, no fim, somos
obrigados a assistir a situações ocas e desprovidas de sentido. Assim,
levemente, de geração em geração.
Real,
ResponderEliminarEm pleno século 21 ....espera XXI...mais chique, mesmo esses fardos cíclicos passados de descendência em descendência..podem e devem ser QUEBRADOS!!! até porque se tornam absurdos em muitos casos.
è tudo uma questão de se fazer valer da capacidade de avaliar....julgar...e não querer que a geração seguinte passe pela mesma "ignorância".
Fonix...eu hoje estou má :)
Beijinhos
Não vejo qualquer maldade no teu comentário, pelo contrário. Vejo verdade e uma posição, a meu ver, correcta perante as vivências que nos são contrárias. Ainda quem em pleno século XXI ;)
EliminarA ignorância, afinal, parte dos ascendentes, incapazes de dissipá-la para lá deles. Não sei, as coisas precisam de tempo. Mesmo que demais.
Beijinhos