11.12.13

Alecrim aos molhos.

O meu amigo F. fez amizade com um cantor de música popular portuguesa no novo ginásio. Por esta altura enche e faz passadeira ao ritmo do hit sensação do conhecido cantor. O F., que preconizava a partilha do rock simbólico. Desenganem-se os descrentes teimosos. Há espaço e margem para tudo. As cãibras não servem, apenas, partes paralisadas. Jogam os dados, baralham e dão oportunidades que são novas. Nunca digas nunca. O amor acontece. Pela música, inclusive.

6 comentários:

  1. Indubitável só a morte.
    Quanto à música, quando ouvimos 1,2,3 algumas começam a fazer sentido. :)

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    1. É costume dizer-se que a morte é mesmo a única certeza. Tudo o resto, vamos moldando conforme o nosso conhecimento.
      A música, enquanto ouvintes, tratar-se-á de uma aprendizagem. Não devemos afastar um género ou, até mesmo, um interprete, por sabe-los associados a algo que não nos agradou.
      E, todos fazem sentido :)

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  2. Xiiiiiii Cãibras é que não....são tramadas!!!
    Nunca digas nunca.....CHECK
    Nunca cuspas p/ar...CHECK
    O amor...hã?? ahhhh tá bem.....
    A música....essa sim...sempre presente nos bons e maus momentos.... porque associamos momentos a musicas....a pessoas ..a situações..
    sejam hits ou populares ou de grande nome ....a musica ultrapassa tantas barreiras :)
    Beijinhosss e até já :)

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    1. Afastemo-las, então ;)
      A vida de cada um está carregada de um diversificada banda sonora. Uns com mais faixas, outros com menos. Mas a música vale por si.
      A música popular tem grandes nomes. Talentosos e mestres nesse género. Que, inevitavelmente, tem o seu espaço. E ainda bem. A pluralidade é sempre necessária.
      Beijinhos
      Até já.

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  3. ... é bem verdade, acho que ao longo da vida vamos moldando gostos ...e a musica por vezes começa a fazer sentido quando antes não fazia :)

    abraço

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    1. É, precisamente, isso. Também vejo a vida como um percurso que nos permite moldar e limar algumas situações. O gostar ou não gostar, será uma delas. Às vezes estranha-se, depois entranha-se. E, não é preciso explicar. É mesmo assim :)
      Abraço

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