O
meu amigo F. fez amizade com um cantor de música popular portuguesa no novo
ginásio. Por esta altura enche e faz passadeira ao ritmo do hit sensação do conhecido cantor. O F.,
que preconizava a partilha do rock simbólico. Desenganem-se os descrentes
teimosos. Há espaço e margem para tudo. As cãibras não servem, apenas, partes
paralisadas. Jogam os dados, baralham e dão oportunidades que são novas. Nunca
digas nunca. O amor acontece. Pela música, inclusive.
Indubitável só a morte.
ResponderEliminarQuanto à música, quando ouvimos 1,2,3 algumas começam a fazer sentido. :)
É costume dizer-se que a morte é mesmo a única certeza. Tudo o resto, vamos moldando conforme o nosso conhecimento.
EliminarA música, enquanto ouvintes, tratar-se-á de uma aprendizagem. Não devemos afastar um género ou, até mesmo, um interprete, por sabe-los associados a algo que não nos agradou.
E, todos fazem sentido :)
Xiiiiiii Cãibras é que não....são tramadas!!!
ResponderEliminarNunca digas nunca.....CHECK
Nunca cuspas p/ar...CHECK
O amor...hã?? ahhhh tá bem.....
A música....essa sim...sempre presente nos bons e maus momentos.... porque associamos momentos a musicas....a pessoas ..a situações..
sejam hits ou populares ou de grande nome ....a musica ultrapassa tantas barreiras :)
Beijinhosss e até já :)
Afastemo-las, então ;)
EliminarA vida de cada um está carregada de um diversificada banda sonora. Uns com mais faixas, outros com menos. Mas a música vale por si.
A música popular tem grandes nomes. Talentosos e mestres nesse género. Que, inevitavelmente, tem o seu espaço. E ainda bem. A pluralidade é sempre necessária.
Beijinhos
Até já.
... é bem verdade, acho que ao longo da vida vamos moldando gostos ...e a musica por vezes começa a fazer sentido quando antes não fazia :)
ResponderEliminarabraço
É, precisamente, isso. Também vejo a vida como um percurso que nos permite moldar e limar algumas situações. O gostar ou não gostar, será uma delas. Às vezes estranha-se, depois entranha-se. E, não é preciso explicar. É mesmo assim :)
EliminarAbraço