Sinceramente, não sei se acontece com o restante grupo dos comuns mortais, mas o mundo, as pessoas, as relações, os rodeios, as vontades, o sentido que empregamos nas coisas, não raras vezes, é muito mais do que aquilo que enxergamos sem óculos perfeitos. Num lugar onde tudo é verdade e não largamos a simplicidade da coerência e sabedoria reais, conseguimos largar o que não interessa num piscar de olhos e não dispensamos a tão velha e tão mal falada, sinceridade. Aí, quais ingénuos caninos agarrados ao amor fiel, seguimos sem demora e conseguimos retirar que, afinal, o que interessa somos nós, sem nos faltar o ar, por medo de morrermos sozinhos.
Hummm,
ResponderEliminarEste post hoje está um pouco "simbolista"
Mas sabes...conseguimos ser felizes e com AR sozinhos SIM!!!
E quem nos garante que mesmo com alguem, não iriamos estar sozinhos no fim???
beijinhos
"Simbolista" em que sentido?
EliminarEu também acredito que a felicidade não é, obrigatoriamente, sinónimo de multidão ao nosso redor. Pudemos tê-la com muita, pouca ou nenhuma companhia. É a velha história, ter companhia não é sinónimo de qualidade de vida e, no fim, nada nos garante mesmo, um abraço e uma mão.
Beijinhos