Fingi
dançar kizomba, ao ritmo de uma repetida canção, porque sim. Vendi a minha
postura em duplicado. Primeiro, dancei. Vale por si. Segundo, ouvi canções da
moda. Da moda das massas da periferia. Ela disse-me: Estás dedicado. Não balbuciei,
sequer. Não me faltaram argumentos. Preferi, antes, não lembrar outros tempos.
Ocasiões em que cantei. Já cantei em público. Já cantei por aí. O silêncio é o
suporte da clivagem. Ela, lembrando-se, riu comigo. A graça está na
cumplicidade. Nas relações. Na dança, também.
:)
ResponderEliminarDançar é mágico....e tanto se diz através da dança!
Assim como a cumplicidade...na que não são necessárias muitas palavras!
Beijinhos***
A dança é uma forma de expressão tão válida. Não lhe basta ser um modo, porque carrega a beleza da expressão física.
EliminarAs palavras valem o que valem, quantas vezes não nos explicamos melhor pelos actos?
Depois, dizem, faz bem à saúde :)
Beijinhos
Eu diria....que os actos são bem mais importantes que tantas palavras! :)
EliminarEu própria peco um pouco nisso das palavras...
De resto, o importante é que seja BOM e divertido!
Beijinhos***
No fundo, o que fica são os actos. Muitas vezes, as palavras desaparecem assim que são ditas.
EliminarÀs vezes, pecamos quando nos alargamos, entendo bem. Mas, antes afirmar que ficar no arrependimento :)
Beijinhos